God and Evil: Por que o mal existe se Deus é Bom?

Se Deus é bom, por que existe tanto mal no mundo? E, se Deus existe, por que o sofrimento continua?

A pergunta conduz ao tema de God and Evil (Deus e o Mal): a experiência religiosa descreve algo real ou nasce apenas da cultura?

Autor: C. E. M. Joad
Título: God and Evil
Ano de publicação: 1943
Local: New York e London
Editora: Harper & Brothers Publishers

C. E. M. Joad foi filósofo, professor e ensaísta. Além disso, escreveu sobre filosofia, ciência, política e religião. Durante parte da vida, adotou uma posição racionalista e criticou o cristianismo institucional. Mais tarde, depois de anos de agnosticismo, voltou a examinar a hipótese religiosa. Afinal, os conflitos políticos e morais de sua época já não lhe pareciam explicáveis apenas por teorias seculares.

O livro foi publicado em 1943, durante a Segunda Guerra Mundial. Naquele contexto, o nazismo, a violência totalitária e a crise das certezas modernas tornavam o problema do mal urgente e concreto. Por isso, Joad percebeu que certas ideologias políticas ocupavam o espaço deixado pela religião. Desse modo, elas ofereciam um sentido último, exigiam lealdade e reorganizavam valores como verdadeiros credos.

Joad escreve para leitores interessados em filosofia da religião, teologia, ética e história das ideias. Ainda assim, o livro não exige formação especializada para tratar de questões difíceis. Assim, o tom de ensaio permite acompanhar a discussão sobre Deus, sofrimento, ciência e experiência religiosa.

Estrutura geral do texto

O livro começa com “Definition” (Definição). Depois vêm os capítulos, o epílogo “Some Disclaimers” (Algumas ressalvas) e a síntese “Summary” (Resumo). O sumário inclui os seguintes temas:

Primeiro, “The Religious Hypothesis: Its Topical Relevance” (A hipótese religiosa: sua relevância atual);

Em seguida, “The Arguments Against the Creation of the World by an Omnipotent, Benevolent Being” (Os argumentos contra a criação do mundo por um ser onipotente e benevolente);

Também aparecem “The Obtrusiveness of Evil” (A presença incontornável do mal) e “Science and the Cosmos” (A ciência e o cosmos);

“God as Emergent and God as Created” (Deus como emergente e Deus como criado);

“An Examination of Some Attempts to Explain Religion Away” (Exame de algumas tentativas de explicar a religião como ilusão);

“Is There Experience of God?” (Existe experiência de Deus?); e

“The Christian Claim” (A reivindicação cristã).

A sequência dos capítulos acompanha o movimento do argumento. Primeiro, Joad define religião e explica por que o tema voltou ao debate público. Em seguida, enfrenta as objeções à ideia de um Deus bom e onipotente. Além disso, discute os limites da ciência e examina outras filosofias. Por fim, considera a experiência religiosa e a afirmação cristã. Portanto, o percurso é crítico, não devocional.

A visão religiosa da realidade

Na abertura, Joad evita uma definição universal de religião. Em vez disso, prefere esclarecer o sentido em que emprega o termo. Assim, assume sua posição histórica e cultural em vez de alegar uma neutralidade impossível. Para ele, a religião reúne crenças sobre a realidade, uma forma de experiência e uma orientação moral para a vida.

No plano das crenças, a religião afirma que o mundo visível não esgota a realidade. Joad resume a ideia com a frase “the world of solid, everyday things extended in space is not the only world” (“o mundo sólido das coisas cotidianas, estendido no espaço, não é o único mundo”) (JOAD, 1943, p. 3). A religião aparece, portanto, como uma hipótese sobre a estrutura do real, não apenas como sentimento.

Joad também afirma que a verdade religiosa não se reduz ao intelecto. Para ele, “experience is perhaps a better word than knowledge” (“experiência talvez seja uma palavra melhor do que conhecimento”) (JOAD, 1943, p. 6). O conhecimento religioso envolve razão, afetos, vontade e desejo. Isso explica por que o autor considera tanto argumentos filosóficos quanto relatos místicos.

A religião também tem uma dimensão prática. Nesse sentido, para Joad, crer implica disciplina moral e transformação interior. Portanto, a fé não se limita à adesão a uma doutrina: ela orienta escolhas, hábitos e responsabilidades.

Religião, experiência e vida moral

Depois das definições, Joad pergunta por que a hipótese religiosa voltou a ser “topical” (atual e urgente). Nesse ponto, combina análise filosófica e autobiografia. Por exemplo, conta que passou do cristianismo ao agnosticismo e escreveu contra a religião. Mais tarde, percebeu que repetia antigas convicções sem submetê-las a novo exame.

Os acontecimentos políticos da Europa mudaram o peso da questão religiosa. Com o declínio das crenças tradicionais, fascismo e comunismo assumiram funções semelhantes às da religião. Prometiam um sentido último, exigiam fidelidade e definiam valores. Para Joad, a política podia ocupar um lugar quase sagrado na imaginação coletiva.

O problema do mal

O problema do mal está no centro do livro. Por isso, Joad formula a dificuldade sem rodeios: se Deus é onipotente e bom, como explicar a crueldade, a dor, a opressão e o sofrimento animal? Além disso, ele considera fortes as objeções à criação do mundo por um ser perfeitamente benevolente. Portanto, respostas devocionais apressadas não resolvem o problema.

Joad não tenta proteger uma doutrina a qualquer custo. Pelo contrário, segue o argumento mesmo quando ele contraria suas expectativas. Ao falar do sofrimento, chama o mal de “obtrusive” (invasivo e difícil de ignorar). Desse modo, a palavra expressa sua recusa de explicações otimistas demais.

Joad também critica teorias que reduzem o mal a causas econômicas, sociais ou psicológicas. De fato, reconhece que a pobreza, a opressão e as instituições injustas produzem sofrimento. Contudo, não acredita que uma reforma social elimine todos os conflitos humanos. Nesse sentido, a história do século XX tornou frágil a confiança em um progresso moral automático.

Ciência e religião

Ao discutir ciência e religião, Joad distingue método científico de filosofia materialista. Em primeiro lugar, reconhece a competência da ciência em seu campo. Entretanto, sua crítica começa quando resultados empíricos são transformados numa explicação completa da realidade. Para ele, portanto, o método científico não esgota a pergunta pelo sentido do universo.

Joad evita tanto a rejeição da ciência quanto o cientificismo. A ciência descreve como muitos processos ocorrem, mas não responde sozinha por que algo existe. Questões de valor, beleza, moralidade e religião permanecem abertas. As mudanças na física não provam a religião; apenas enfraquecem a ideia de que uma visão materialista já a teria refutado.

Um capítulo examina as tentativas de “explain religion away” (explicar a religião como simples ilusão). Para isso, Joad considera interpretações econômicas, psicológicas e sociais. Essas leituras ajudam a entender como certas crenças se formam. Ainda assim, conhecer a origem de uma crença não basta para decidir se ela é verdadeira ou falsa.

Em outras palavras, identificar causas sociais ou psíquicas para uma crença não demonstra sua falsidade. A genealogia explica como alguém passou a crer; a avaliação filosófica pergunta se há boas razões para a crença. Joad mantém essas questões separadas.

A existência de Deus e a realidade do mal

A experiência religiosa

A experiência de Deus ocupa uma parte importante do livro. Nesse ponto, Joad entende que a religião se apoia em argumentos e em experiências relatadas por místicos, artistas e pessoas comuns. Segundo esses relatos, há um encontro com algo percebido como superior à vida cotidiana.

O autor descreve essa percepção como uma experiência de realidade mais alta. Além disso, ela pode vir acompanhada de reverência, amor e da sensação de que o eu cotidiano não esgota a identidade humana. Nesse momento, o tom do ensaio se torna mais pessoal e menos jurídico.

Joad não transforma esses relatos em prova conclusiva. Argumenta, porém, que a experiência religiosa é um dado humano e merece ser examinada. Caso contrário, a investigação ficaria empobrecida.

No capítulo final, “The Christian Claim” (A reivindicação cristã), Joad examina a afirmação de que o cristianismo é uma revelação singular de Deus na história. Considera com seriedade a encarnação, a morte e a ressurreição de Cristo. Ao mesmo tempo, mantém reservas sobre colocar um acontecimento histórico no centro de um universo tão vasto. Sua análise é respeitosa, mas não elimina a dúvida.

O livro combina proximidade e crítica. Assim, Joad não assume a função de apologeta, nem se acomoda no ceticismo. Ao final, permanece agnóstico, embora mais aberto à hipótese religiosa. Para ele, portanto, o materialismo e o mecanicismo não explicam toda a experiência humana.

Passagens centrais da obra

“the world of solid, everyday things extended in space is not the only world” (“o mundo sólido das coisas cotidianas, estendido no espaço, não é o único mundo”) (JOAD, 1943, p. 3).

“experience is perhaps a better word than knowledge” (“experiência talvez seja uma palavra melhor do que conhecimento”) (JOAD, 1943, p. 6).

“Religion, in other words, enjoins a way of life” (“A religião, em outras palavras, prescreve um modo de vida”) (JOAD, 1943, p. 7).

“science has little or no competence outside its own particular world” (“a ciência tem pouca ou nenhuma competência fora de seu campo específico”) (JOAD, 1943, p. 136–137).

“the strongest argument for the existence of a reality other than that of the familiar world” (“o argumento mais forte para a existência de uma realidade diferente da do mundo familiar”) está em “the testimony of the lives and characters of the thousands who have believed in it” (“o testemunho das vidas e do caráter dos milhares que nela acreditaram”) (JOAD, 1943, p. 284).

Essas passagens resumem os pontos recorrentes do livro: existe uma realidade além do visível; a experiência importa; a religião envolve conduta; a ciência tem limites; e a vida dos crentes também funciona como testemunho.

A existência do mal a partir da teologia

A teologia cristã não trata o mal como uma ilusão nem procura diminuir o peso do sofrimento humano. Ao contrário, reconhece que há dores diante das quais uma explicação puramente abstrata parece insuficiente. Entretanto, em vez de considerar o mal uma força eterna que rivaliza com Deus, compreende-o como uma ruptura ocorrida em uma criação originalmente boa. Essa perspectiva não elimina todas as perguntas, mas oferece um caminho para pensar a origem do mal, a responsabilidade humana e a possibilidade de redenção.

William Lane Craig: liberdade e responsabilidade moral

William Lane Craig distingue diferentes maneiras de formular o problema do mal. Existe, em primeiro lugar, a questão lógica: seria contraditório afirmar, ao mesmo tempo, que Deus é bom e poderoso e que o mal existe? Há também uma questão existencial, que surge quando o sofrimento deixa de ser apenas um argumento e atinge concretamente a vida de uma pessoa.

Em resposta ao problema lógico, Craig recorre à defesa do livre-arbítrio. Se Deus desejasse criar seres capazes de amar, obedecer e estabelecer relações moralmente significativas, teria de conceder-lhes liberdade real. Contudo, uma liberdade que jamais pudesse escolher o mal seria apenas aparente. A possibilidade de rejeitar o bem acompanha, portanto, a possibilidade de escolhê-lo responsavelmente (CRAIG, 2008).

Isso não significa que toda dor possa ser explicada diretamente por uma escolha humana. Catástrofes naturais, doenças e sofrimentos de inocentes tornam a questão mais difícil. Craig reconhece essa dificuldade. Seu argumento é mais limitado: a existência do mal não demonstra, por si mesma, uma contradição entre Deus e o mundo. É possível que Deus tenha razões moralmente suficientes para permitir determinadas situações, mesmo quando essas razões não estão ao alcance imediato da compreensão humana.

A resposta cristã, nesse sentido, não termina em uma justificativa filosófica. Ela conduz à cruz, onde o próprio Deus, em Cristo, entra na história do sofrimento. Deus não observa a dor humana de uma distância segura. Ele participa dela e promete que o mal não terá a palavra final.

Francis Schaeffer: o mal como ruptura da criação

Francis Schaeffer parte da afirmação de que o universo foi criado por um Deus pessoal e moralmente bom. Por isso, o mal não pertence à estrutura original da realidade. Ele surge como consequência de uma ruptura: o ser humano, criado com dignidade e liberdade, volta-se contra Deus e desorganiza sua relação consigo mesmo, com o próximo e com a natureza (SCHAEFFER, 1972).

Essa compreensão evita duas conclusões igualmente problemáticas. A primeira seria atribuir o mal diretamente a Deus, como se a crueldade fizesse parte de sua vontade moral. A segunda seria considerar o ser humano apenas uma máquina determinada por causas biológicas, sociais ou econômicas. Para Schaeffer, o homem continua sendo uma criatura de grande valor, mas é uma criatura moralmente caída. Sua grandeza e sua miséria convivem de maneira desconcertante.

A doutrina da queda explica, assim, por que o ser humano é capaz de criar beleza, estabelecer vínculos e desejar justiça, mas também de ferir, dominar e destruir. O mal não anula a dignidade humana, embora a deforme. Da mesma forma, a queda não transforma a criação em algo inteiramente mau. O mundo permanece sendo criação de Deus, ainda que marcado pela desordem.

Schaeffer também considera que a indignação diante da injustiça pressupõe algum fundamento para distinguir o bem do mal. Se tudo fosse produto impessoal do acaso, seria difícil explicar por que certas ações deveriam ser condenadas objetivamente, e não apenas consideradas desagradáveis. A realidade de um Deus pessoal oferece, em sua visão, o fundamento necessário para os valores morais usados na denúncia da crueldade.

Nancy Pearcey: criação, queda e redenção

Nancy Pearcey amplia essa discussão ao apresentar a sequência criação, queda e redenção como uma estrutura para analisar diferentes visões de mundo. Toda filosofia precisa explicar, de alguma maneira, de onde viemos, o que há de errado com a realidade e como esse problema pode ser enfrentado (PEARCEY, 2004).

Na perspectiva cristã, a criação é originalmente boa. Por isso, o corpo, a matéria, o trabalho, a cultura e as relações sociais não são maus em si mesmos. O problema surge com a queda, isto é, com a desordem introduzida pelo pecado. Por fim, a redenção aponta para a restauração daquilo que foi ferido.

Essa estrutura impede que o mal seja identificado exclusivamente com algum elemento da criação, como o corpo, determinada classe social, um grupo étnico ou uma instituição. Quando uma ideologia escolhe uma parte da realidade como a fonte absoluta do mal, pode sentir-se autorizada a eliminá-la em nome de um futuro melhor. A história mostra como projetos de salvação política podem transformar a busca por justiça em perseguição.

Pearcey situa o problema em um nível mais profundo. O mal atravessa as estruturas sociais porque também atravessa o coração humano. Consequentemente, reformas políticas e culturais são necessárias, mas não bastam. A redenção cristã começa pela reconciliação com Deus e alcança todas as dimensões da existência, incluindo o pensamento, os afetos, o trabalho e a vida comunitária.

Renato Borges: o mal como questão ontológica

Em Além da angústia, Renato Borges aproxima o problema do mal da experiência interior do ser humano. Para o autor, termos como pecado, erro e egoísmo procuram nomear uma inclinação negativa que não pode ser reduzida a um simples acidente exterior. A questão é ontológica porque toca o modo como o ser humano existe, interpreta a si mesmo e se relaciona com os outros (BORGES, 2024).

Ao recorrer a Joseph K., personagem de O processo, de Franz Kafka, Borges mostra a inquietação de alguém que se percebe submetido a um julgamento cuja causa não compreende inteiramente. Essa imagem literária expressa uma experiência recorrente: o ser humano sente culpa, examina a própria vida e procura identificar a origem de uma desordem que parece acompanhá-lo.

Borges também observa como o orgulho e o ressentimento podem permanecer ocultos até que alguma circunstância os faça emergir. A mudança da rainha na narrativa de Branca de Neve ilustra esse movimento. Enquanto sua posição não é ameaçada, a personagem parece viver em equilíbrio. Contudo, quando sua superioridade é questionada, o ressentimento se transforma em perseguição e atinge toda a comunidade.

O argumento ganha importância porque não restringe a percepção do mal ao vocabulário religioso. Mesmo fora do cristianismo, pensadores como Sócrates e Thomas Hobbes reconheceram alguma forma de desordem na conduta humana. A teologia denomina essa realidade pecado, mas o fenômeno também pode ser percebido na filosofia, na literatura, na psicologia e na vida social.

Entre a explicação e a esperança

As contribuições desses autores se encontram em um ponto decisivo. Craig mostra que a existência do mal não torna logicamente impossível a existência de Deus. Schaeffer interpreta o mal como uma ruptura histórica e moral em uma criação originalmente boa. Pearcey demonstra que toda visão de mundo precisa explicar a origem do sofrimento e indicar uma forma de redenção. Borges, por sua vez, conduz a questão para o interior da existência humana, onde o mal aparece como orgulho, egoísmo, ressentimento e consciência de culpa.

A teologia cristã não oferece uma resposta que torne o sofrimento indiferente ou facilmente compreensível. Sua afirmação central é outra: o mal é real, mas não é original, soberano ou definitivo. Ele desfigura a criação, porém não consegue destruir completamente a dignidade humana. Por isso, a resposta cristã não se limita a explicar por que o mal existe. Ela anuncia que Deus age dentro da história para confrontá-lo, perdoar o pecador e restaurar aquilo que foi rompido.

Diálogos com a filosofia e a literatura

Joad conversa com autores de tradições diferentes. Entre eles estão Platão, Aristóteles, Spinoza, Hegel, Whitehead, Bergson, Samuel Alexander, Arthur Eddington, James Jeans, George Bernard Shaw, C. S. Lewis, Dorothy Sayers e Catarina de Gênova. Ele recorre a esses autores porque suas ideias ajudam a delimitar o problema, não para exibir erudição.

Joad discorda do materialismo porque julga que ele não explica adequadamente a mente, o valor, a finalidade e a experiência espiritual. Por outro lado, sua relação com a evolução emergente e a evolução criadora é mais ambivalente. Essas filosofias procuram superar o materialismo, mas concebem um Deus dependente do processo cósmico.

A relação com o cristianismo é próxima e crítica. Por um lado, Joad aceita várias intuições cristãs sobre transcendência e vida moral. Contudo, hesita diante da afirmação de exclusividade religiosa. Por isso, o livro conserva essa tensão até o fim.

Considerações finais

God and Evil (Deus e o Mal) submete a religião a exame e contesta seu descarte apressado como resíduo irracional do passado. Joad pergunta qual visão de mundo explica melhor o mal, a consciência, a moralidade, a beleza e a busca de sentido.

O livro não promete uma solução confortável. Em vez disso, mostra como permanecer diante do problema sem abandonar a razão. Por isso, suas perguntas continuam abertas: o mal se reduz às condições históricas? A ciência oferece uma imagem completa do real? A experiência religiosa é projeção ou contato com outra ordem de realidade?

Em cursos de filosofia da religião, teologia, ética e história das ideias, o livro pode apoiar discussões sobre secularização e crise das ideologias. Também ajuda a examinar a experiência moral e os limites do reducionismo científico.

Referências bibliográficas em formato ABNT

BORGES, Renato Rodrigues. Além da angústia: a jornada existencial na busca por Deus. 2. ed. [S. l.: s. n.], 2024.

CRAIG, William Lane. Reasonable faith: Christian truth and apologetics. 3. ed. Wheaton: Crossway, 2008.

JOAD, C. E. M. God and Evil. New York; London: Harper & Brothers, 1943.

PEARCEY, Nancy R. Total truth: liberating Christianity from its cultural captivity. Wheaton: Crossway Books, 2004.

SCHAEFFER, Francis A. He is there and he is not silent. Wheaton: Tyndale House Publishers, 1972.

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